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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Microsoft libera versão preview de seu driver Linux ODBC para SQL Server

A Microsoft liberou uma versão preview de seu driver ODBC para SQL Server no Linux, que possibilita desenvolvedores C e C++ conectem a um banco de dados Microsoft SQL Server a partir de sistemas operacionais Linux e Unix. Especificamente, eles podem fazer uso de um driver 64-bit para Red Hat Enterprise Linux 5 (RHEL) que suporta SQL Server 2008 R2 e SQL Server 2012 ("Denali").

Adicionalmente às características usuais de um driver ODBC, o driver da Microsoft suporte o protocolo de autenticação Kerberos, SSL e codificação UTF-8 no lado cliente. Tecnicamente o driver ODBC é baseado na versão Windows (SQL Server Native Client), o qual a Microsoft adaptou para a plataforma Linux.
 
Suporte para RHEL 6 está na fila, de acordo com um anúncio prévio, e o roadmap inclui versões 32-bit. Suporte para a função de failover AlwaysOn também está nos planos. Não está claro se o novo driver ODBC para SQL Server pretende ser compatível com SUSE e outras distribuições Linux ou sistemas Unix tais como Solaris e HP-UX. O driver em si não é aberto e a Microsoft não parece ter quaisquer planos para suportar SQL Server rodando diretamente no Linux.

segunda-feira, 26 de março de 2007

O que é melhor, Linux ou Windows?

A resposta quase automática e superficial para esta pergunta seria: Ora, porque Linux é livre e aberto, desenvolvido pela comunidade!

Linux tem demonstrado desenvoltura excepcional em ambientes corporativos, trazendo reais benefícios financeiros diretos, e também indiretos através de melhoria da operação de TI das empresas.

Deixando de lado o altruísmo de ser aberto e a moda do software livre, vamos analisar por que isso acontece.

Primeiro é importante lembrar que existe diferença entre software livre e Linux. O primeiro é qualquer tipo de software que tenha seu fonte aberto, e que tenha uma licença de uso que respeite certos padrões. Linux é um pequeno conjunto de alguns desses softwares que atingiram uma maturidade tal que podem ser usados até em ambientes críticos, com a tranqüilidade exigida pelo mundo corporativo. Linux não é sinônimo de software livre, nem tão pouco representa todos os softwares livres do mundo.

Linux é desenvolvido com base em padrões abertos. A evolução desse padrões são regidos por organizações independentes, como o W3C, OASIS, JCP etc, que visam o bem comum. Nenhuma entidade com interesses comerciais detém poder sobre eles. Os Padrões Abertos são um patrimônio da humanidade, e por isso podem ser usados livremente por qualquer pessoa ou organização.

Na prática isso se reverte em um consenso automático de como produtos e softwares falam entre sí e interoperam. Mais ainda, dá ao usuário a escolha de trocar facilmente produtos por outros que respeitam os mesmos padrões. Não que o usuário faça isso todo dia, nem todo ano. Mas o simples fato de ter escolha lhe dá um enorme poder de negociação com seus fornecedores. E isso faz os fornecedores reduzirem seus custos e melhorar a qualidade de seus produtos.

Concentrar-se numa camada de padrões tecnológicos abertos, promove ainda uma flexibilidade que permite fazer novas combinações criativas. Exemplo consagrado disso é Linux rodando em zSeries (mainframe), que permite aplicações baseadas em padrões abertos serem consolidadas numa plataforma em que não há desperdícios como tempo ocioso, mais fácil de ser gerenciada, e em que o custo total é menor. Isso é válido também para outras plataformas, pois a flexibilidade do Linux o faz presente em todo tipo de hardware: desde um simples relógio de pulso, até o zSeries.

Há também estudos sobre ganhos indiretos do uso de Linux e Padrões Abertos, mostrando que as empresas que os adotaram, começaram a descobrir uma nova gama de possibilidades que não estavam na prancheta do projeto inicial.

Há ainda a teoria de que Linux exige serviços mais caros. A mão de obra para Linux é conhecida como mais avançada, com mentes mais aguçadas, e que com pouco é capaz de fazer mais. Enquanto não se experimenta na prática essa força de profissionais, não é possível entendê-la na teoria. Sem dúvida existem também profissionais que deixam a desejar, como em qualquer especialidade, mas em geral são mentes que tem uma compreensão técnica das coisas que vai além do mero cotidiano de clicar botões na tela. Tudo é uma questão de o quanto se paga pelo tanto que se recebe.

O esforço da comunidade, aliado a intransigência de provedores de tecnologias proprietárias, fez surgir opções de softwares livres que interagem com softwares proprietários. Caso do OpenOffice.org, suite de escritório avançada que lê e grava documentos também nos formatos proprietários das outras suites.

Seja como for, o mercado de TI é grande o suficiente para conter todas as coisas. E o verdadeiro valor que produtos e tecnologias tem para seus usuários deve ser medido mais pelo benefício que lhes traz de fato, do que por relatórios de mercado ou teorias financeiras, que servem meramente para nortear. Dentro deste cenário, não podemos dizer que Linux é melhor. Mas é evidente que o mercado tem aceitado-o como uma ótima alternativa.

Uma coisa é fato: se Linux entra numa empresa, não sai mais.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Lançamento oficial do Kurumin 7

Foi anúnciado no guiadohardware.net o lançamento oficial do tão esperado Kurumin 7.0.

Eis o resumo:

"[21/02] :. Kurumin 7, lançamento oficial:

Desde que comecei a desenvolver o Kurumin, há 4 anos atrás, o Linux avançou de forma surpreendente em relação ao uso em desktops. Antes, aguardávamos ansiosamente novas versões dos programas, esperando que os problemas fossem corrigidos. Atualmente, os padrões mudaram muito: os softwares são mais estáveis e possuem muito mais funções. A maioria das pessoas quer um desktop confiável e não necessariamente as últimas versões dos aplicativos.

Acompanhando esta tendência, o Kurumin 7 é baseado no Etch - a nova versão estável do Debian. Ele é um release "de longa duração", que você poderá usar por muito mais tempo, sem sustos ao tentar atualizar o sistema e instalar novos pacotes via apt-get. Ao mesmo tempo, aqueles com espírito aventureiro podem configurar o sistema para usar a versão testing/unstable do Debian e assim acompanhar as últimas novidades.

Além disso, o sistema passou por uma maturação muito mais longa. Ficou muito mais polido e incorporou mais funções, como o suporte a escrita nas partições NTFS do Windows, mais opções de configurações, melhor suporte a redes wireless e periféricos bluetooth, melhor suporte 3D, ícones mágicos e assim por diante, resultando na mais completa e estável versão do Kurumin de todos os tempos.

Você pode baixar o Kurumin 7 nos mirrors de sempre. “

No site tem mais detalhes sobre como baixar ou adquirir o kurumin 7.0,que já tem até livro próprio que ensina como utilizar o sistema,para saber mais:

http://www.guiadohardware.net/gdhpress/promocaokurumin7/