domingo, 21 de fevereiro de 2010

Melhor firewall do mundo

1. Uma célula humana contém 75MB de informação genética;
2. Um espermatozóide contém a metade, o que significa 37,5 MB;
3. Um mililitro de sêmen contém 100 milhões de espermatozóides;
4. Uma ejaculação média dura 5 segundos e 2,24 ml de sêmen;
5. Isto significa que a produção dos membros de um homem é igual a (37,5 MB x 100.000.000 x 2,24) / 5 = 1.680.000.000.000.000 bytes / segundo = 1,68 Petabyte / segundo.

Isto significa que o óvulo feminino suporta esse ataque DDoS de 1,6 petabyte por segundo, e é permitida a passagem apenas de um único pacote de informação… o que faz com que a mulher seja considerada o melhor firewall do mundo.

A má notícia é que, este único pedaço de informação que passa, faz o sistema travar por cerca de nove meses... mas todo firewall tem seu bug.

Microsoft culpa o seu notebook e não o Windows 7 por problemas de bateria

Em um post no blog da MSDN, a Microsoft esclareceu que o "suposto" problema de bateria ou do aviso da necessidade da troca de bateria apresentado em alguns notebooks não foi causado pelo Windows 7 e sim pela real necessidade de troca da bateria.

Até onde alcança o conhecimento coletivo do ecosistema, o Windows 7 está avisando corretamente os avisos em laptops cujas baterias estão falhas, e não está reportando isso de forma incorreta, nem tampouco ocasionando a chegada desse status nas baterias. Em todos os casos nós conseguimos identificar que a bateria sendo acusada pelo Windows 7 estava de fato precisando ser substituída.

Portanto segundo a Microsoft a culpa é da bateria do seu notebook não servir mais e não do sistema operacional Windows 7.

E ai… o que você acha disto? Será que é culpa do seu notebook mesmo ou não?



Acesso a web com banda larga da Google

Companhia anuncia plano de oferecer conexão em alta velocidade a até meio milhão de pessoas nos EUA
Depois de ter provocado barulho com o lançamento do Google Buzz, a empresa sediada em Mountain View, na Califórnia, apresenta suas armas em um campo novo: o acesso à internet em alta velocidade. A companhia planeja oferecer conexão para algumas cidades norte-americanas por meio de fibras óticas com capacidade de tráfego de informações como nunca se viu nos Estados Unidos. Palavras do Google.

Com isso, pretende atingir até meio milhão de pessoas. A meta mínima é incluir 50 mil pessoas. O Google fala em "experimento", sem fornecer maiores detalhes. O que a empresa antecipa é que fornecerá uma rede mais de 100 vezes mais veloz do que muitos norte-americanos têm hoje (1 giga por segundo). E isso a preços competitivos. Além disso, seria uma proposta aberta, oferecendo a chance de outras empresas participarem do projeto.

É o que está em seu blog oficial. O Google também informa que comunidades interessadas em participar dos testes devem se candidatar até o dia 26 de março. Existe a expectativa de que o acesso seja disponibilizado pelo final do ano a algumas cidades.

Os objetivos da companhia são criar novas maneiras de tornar o acesso melhor e mais rápido, estimular o surgimento de uma nova geração de aplicativos e serviços, estabelecer métodos diferentes de construir uma rede com fibras óticas e compartilhar o conhecimento adquirido a partir da experiência.

Não é o primeiro esforço do Google nesse campo. Segundo o New York Times, a companhia opera sua própria rede wireless na sede desde 2006. E em 2008 acenou com US$ 4 bilhões em leilão promovido pelo governo para ter direito a uma porção do espectro. Por sinal, o governo norte-americano está para anunciar seus planos para a banda larga do país.

Ainda de acordo com o jornal, Richard Whitt, um analista de telecomunicações e mídia do Google que fica baseado em Washington, declarou que a empresa não está entrando em disputa com provedores de banda larga, e sim está usando o teste para empurrar a indústria rumo ao acesso rápido e de custo baixo ao consumidor. O benefício do Google seria ter mais pessoas usando a internet e os serviços da companhia.

Independentemente dos objetivos do Google, o Comitê Federal de Telecomunicações dos Estados Unidos saudou a iniciativa. O chairman da entidade divulgou em comunicado que o projeto será um teste para a próxima geração de aplicativos, aparelhos e serviços.

Vergonha Nacional

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O eleitorado brasileiro merece ver um debate entre Lula e FHC

Nos comícios agora diários, além de aprenderem que demissão por abandono de emprego não vale para presidente da República, os brasileiros ficam sabendo que o Dia da Criação só deu as caras por aqui bilhões de anos mais tarde. Mais precisamente em 1º de janeiro de 2003, quando o maior governante desde o tempo das cavernas começou a cumprir a missão que a Divina Providência lhe confiou: construir um país.

Antes de Fernando Henrique Cardoso, recita o pregador, o que havia era pouco. Depois, restou o nada. Foi Lula quem fez o Brasil. Teria feito em sete dias se não existissem o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público e o IBAMA. Só por isso a mais grandiosa das obras do PAC demorou sete anos. O atraso foi compensado pelo resultado.

O Brasil do Terceiro Milênio é uma beleza, deslumbram-se os ministros de Estado e a base alugada. Até frequenta o Clube das Potências como sócio-convidado, celebram os Altos Companheiros. E o que está bom demais vai ficar ainda melhor no governo de Dilma Rousseff, berra o resto do rebanho. Com a vitória da Mãe do PAC, berra o palanqueiro compulsivo, o milagre brasileiro vai deixar boquiabertos até chineses e americanos. americanos. Sem Dilma na gerência, o país irá submergir no buraco negro de onde Lula o tirou.

Neste domingo, com 968 palavras, Fernando Henrique enterrou no jazigo das malandragens eleitoreiras a fantasia costurada durante sete anos. O artigo ensina que o Brasil existia antes de Lula e existirá depois dele, seja quem for o sucessor. Incisivo, contundente e veraz, o texto exibe o legado de um estadista onde Lula finge enxergar a herança maldita.

"Gostaria que a eleição fosse no estilo nós contra eles, pão-pão-queijo-queijo", repete o presidente desde outubro. Quem o conhece sabe que "nós" quer dizer Lula e que "eles" é o codinome de FHC no código do Planalto. No último parágrafo do artigo, Fernando Henrique primeiro reitera uma lição elementar ("Eleições não se ganham com o retrovisor: o eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças" para em seguida  apanhar a luva atirada pelo sucessor: "Se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer".

Não é difícil descobrir quem tem razão, avisou Sebastião Silveira num comentário aqui publicado. Basta promover um debate público entre os dois. Encampada pela coluna e por VEJA.com, que cuidarão de convidar os contendores, a ideia não tem contra-indicações ─ e os possíveis efeitos colaterais são todos positivos. Um foi presidente, outro logo deixará o cargo. Nenhum deles é candidato. O embate ajudará o eleitorado a escolher com mais segurança o próximo chefe de governo.

O fecho do artigo informa que FHC está pronto para o duelo. Lula vive dizendo que sonha com o debate que não pôde travar em 1994 e 1998. Duas vezes derrotado por FHC, o atual presidente não deve perder a chance de provar que o desfecho de um terceiro confronto seria diferente.

O Brasil merece conhecer a  verdade. E precisa saber quem está mentindo.

Fonte.