segunda-feira, 28 de março de 2011

Decepcionado com a votação sobre a Ficha Limpa?

Então envie uma mensagem para o Ministro Luiz Fux!

O STF decidiu: a Ficha Limpa só será válida para 2012.


Enquanto os corruptos comemoram, o Brasil todo está decepcionado com o voto de desmpate do Ministro Luiz Fux que colocou os corruptos de volta no Congresso Nacional. Agora, Jader Barbalho e Cássio Cunha Lima irão assumir seus cargos. É um tapa na cara da sociedade brasileira que lutou árduamente pela aprovação da Ficha Limpa.

Não podemos ficar calados, vamos mostrar para o Ministro que a traição à sociedade tem um custo político alto. Envie uma mensagem agora para ele e divulgue esta campanha!

Saiba reconhecer os sintomas da dengue

'Sinais de alerta' indicam se infecção pode ser grave ou mais moderada.
Doença requer hidratação constante e bom senso no uso do paracetamol.

Diagnosticar a dengue com rapidez é uma das chaves para combater a doença com maior eficácia. O primeiro passo para isso é conhecer como a infecção se manifesta. Se os sintomas forem reconhecidos, é fundamental procurar um médico o mais rápido possível. Em geral, a doença tem evolução rápida e benigna: saber antes pode fazer a diferença entre a ocorrência de um mal menor e consequências mais graves, principalmente no caso de crianças. 

Reconhecer sintomas com rapidez facilita tratamento (Foto: Arte/G1)

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. “Causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, a pessoa só pode ter dengue quatro vezes”, explica o consultor de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ivo Castelo Branco.

“70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma”, observa o consultor. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante. “No caso das fulminantes, a pessoa tem uma reação tão intensa que pode destruir o cérebro, o coração e levar à morte."

Para identificar a gravidade da doença, Ivo destaca os chamados "sinais de alerta" da doença, que são: dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.

“As pessoas acham que dengue só é grave quando tem sangramento. A dor na barriga é tão importante quanto o sangramento, e os pacientes não valorizam isso”, explica.

Diagnóstico precoce
De acordo com a infectologista Patrícia Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A infectologista afirma que a contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

“O exame de sangue sozinho não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente e ver se ele precisa ou não de internação. De qualquer maneira, o tratamento deve começar imediatamente”, destaca a infectologista.

Período crítico
O consultor da OMS observa que o período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. “Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento”. Para Ivo, esse é um grande problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente. “Tem que definir uma estratégia no atendimento porque o correto é dar prioridade aos pacientes sem febre”, defende.

A infectologista diz que, ao passar a febre, a pessoa pensa que está curada, mas pode apresentar queda brusca de pressão, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. O número de plaquetas ainda continua baixo e, por isso, é preciso continuar o tratamento.

“O monitoramento clínico e laboratorial tem de ser constante, principalmente 72 horas após o período de febre. A complicação maior acontece no quinto dia da doença. O paciente tem de fazer pelo menos três exames de sangue, no início da dengue, depois da febre e uma terceira vez para ver se as plaquetas já voltaram ao normal."

Tratamento
Entende-se como parte do tratamento a hidratação do paciente. A dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido. Por isso, é preciso beber muita água, suco, água de coco ou isotônicos. Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas.

Não existe um medicamento específico para a doença. Os sintomas são medicados para alívio das dores. “Se o paciente tiver dor, vai tomar remédio para dor. Se tiver náusea, remédio para náusea”, explica o consultor da OMS. O especialista alerta ainda para o uso de medicamentos antiinflamatórios, a base de ácido acetil-salicílico e fitoterápicos. “Alteram a coagulação e aumentam o risco de sangramento”, conclui.

Repelentes e mosquiteiros
A dengue, como ressalta a médica Patrícia, não escolhe vítima. Repelentes, mosquiteiros sobre as camas e roupas mais fechadas são recomendados a todos. Mas é preciso estar atento. “Os repelentes que existem no Brasil duram no máximo 3 horas, por isso, é preciso repassá-lo no corpo sempre que possível. Quanto menos áreas do corpo estiverem expostas, mais a pessoa estará protegida”, disse.

Se você encontrar uma barata ou um rato na tua casa, espera pelo governo para combater?
Ivo Castelo Branco, consultor de dengue da Organização Mundial de Saúde

Para Ivo, a responsabilidade da prevenção é tanto da população como dos governantes. “Se 1% dos domicílios de determinada região tiverem foco do mosquito, já pode ter epidemia”, calcula. “Os governantes tem que orientar cada região de maneira diferente. Eu não posso combater o mosquito em Porto Alegre como eu faço no Espírito Santo ou no Ceará”.

“É normal acontecer isso no começo do ano, não é novidade”, diz o consultor. “Só não pode tomar providências apenas quando aparecer a epidemia, tem que ter uma continuidade para controlar o mosquito”, defende.

Ele acrescenta que o primeiro passo para o combate é a mudança de mentalidade das pessoas. “Se você encontrar uma barata ou um rato na tua casa, espera pelo governo para combater? Não. Então, quando as pessoas tiverem essa percepção com a dengue, vamos conseguir controlá-la”, finaliza.
Fonte: G1

Saiba como ajudar os afetados pelo terremoto no Japão

Brasileiros no país asiático criaram rede de busca pela internet.

Comunidades divulgaram contas correntes para receber doações.

Organizações, celebridades e brasileiros que vivem no Japão criaram formas de ajudar as vítimas do terremoto que atingiu o país asiático na sexta-feira (11). O tremor provocou um tsunami com ondas de até 10 metros que devastou regiões litorâneas do nordeste do país, provocando mortes e destruição.


BUSCA POR DESAPARECIDOS
O blog do Portal Nippon "Lost in Japan", editado pelo brasileiro Alexandre Imamura Gonzales, ajuda familiares no Brasil a localizar desaparecidos no Japão. O blog já conseguiu localizar cerca de 450 pessoas. “Coloco recados no blog e no Portal Nippon. Como conheço muitas pessoas espalhadas pelo Japão, isso facilitou a busca. Amigos também colaboraram”, conta Gonzales, que recebeu quase 600 e-mails de pessoas pedindo ajuda para encontrar parentes. O endereço para contato é bloglostinjapan@gmail.com.

No Facebook, a página "11 de março de 2011 – Japão. Você está salvo?" também tenta tranquilizar familiares no Brasil. Diogo Hideo Dos Santos criou um “evento” na rede social em que pede para que moradores brasileiros no Japão “confirmem presença” para dizer se estão bem. Até o início da tarde desta segunda-feira (14), 609 usuários haviam confirmado que estavam bem e 2.155 ainda estavam pendentes.

Segundo Hideo, o Twitter também foi muito importante para espalhar informações sobre brasileiros. Ele aconselha usar a hashtag "#BrasileiroNoJapão" para fazer a busca no microblog.

No espaço reservado a comentários, os leitores do G1 podem deixar recados para divulgar o desaparecimento de parentes e amigos. Como alternativa para o envio de relatos, fotos e vídeos, o G1 mantém à disposição o canal de colaboração VC no G1.

Ainda na internet, uma página criada pelo Google reúne informações atualizadas em tempo real com dados sobre doações, notícias e mapas.

CONTAS PARA DOAÇÃO
Representantes de cinco comunidades japonesas no Brasil oficializaram nesta segunda-feira (14) o auxílio ao Japão em uma reunião com o cônsul-geral do país em São Paulo, Kazuaki Obe.

As entidades divulgaram dados de contas correntes em que brasileiros poderão depositar doações. A Associação Miyagui Kenjinkai do Brasil também abriu uma conta para que doadores possam depositar qualquer quantia.

Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 112959-7

Beneficência Nipo-Brasileira de São Paulo
Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 131000-3

Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1196-7
Conta corrente: 29921-9

Associação Miyagui Kenjinkai do Brasil
Banco Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 120459-9

OUTRAS CAMPANHAS
Celebridades lançaram campanhas para engajar seus fãs a ajudar as vítimas do terremoto. A cantora Lady Gaga criou uma pulseira com a frase "Oramos pelo Japão” escrita em inglês e em japonês. O acessório é vendido na loja on-line da cantora por US$ 5 e toda a receita será doada aos desabrigados.

Em parceria com a organização “Music for Relief”, Mike Shinoda, da banda Linkin Park, criou uma camiseta feminina e outra masculina também para arrecadar fundos às vítimas. As peças são vendidas no site oficial da banda por US$ 25.

A produtora de games para redes sociais Zynga firmou uma parceria com a organização “Save the Children” para que internautas façam doações por meio de jogos como “CityVille” e “FarmVille”. A Zynga está oferecendo aos seus 250 milhões jogadores a chance de doar o valor total de recém-criados bens virtuais, como uma edição limitada de batata-doce e decorações japonesas. A doação também pode ser feita diretamente pelo site da "Save The Children".

Fonte: G1

domingo, 20 de março de 2011

Faça ligações gratuitas para o Japão até o dia 31/03

SÃO PAULO – Por causa das recentes tragédias do Japão, a operadora TIM decidiu não cobrar dos clientes pelas ligações feitas ao país.

O benefício, que funciona nos celulares pós e pré-pagos, começa a valer a partir do próximo dia 20 (domingo) e termina no dia 31 de março. Mas para não ter a ligação tarifada, o usuário terá que usar, obrigatoriamente, o código 41 da TIM na chamada DDI.

As ligações feitas a partir do telefone fixo com o código DDI da TIM também terão custo zero.
De acordo com a TIM, as ligações para qualquer cidade japonesa serão gratuitas independentemente do tempo de conversa e do horário da ligação. Não é necessário cadastro ou contratação de planos adicionais para usufruir do benefício.

Telefônica reduz preços

Agora, a operadora cobra R$ 0,10 o minuto da ligação de fixo para fixo – antes da tragédia, o preço era de R$ 2. Já as ligações para os telefones celulares do Japão foram reduzidas para R$ 0,70 o minuto. 

Fonte: info

sábado, 19 de março de 2011

Mídias sociais causam mais danos a marcas que Procon

Casos como o da Brastemp e o da Renault mostram como redes sociais potencializam o efeito negativo do desrespeito ao cliente

Insatisfeitos, clientes começam a buscam novas formas de impactar as marcas pelas quais são prejudicados

São Paulo –  Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.

Provas indiscutíveis de que as empresas ainda estão falhando em questões fundamentais como o atendimento ao cliente, os dois casos são também emblemáticos porque colocam a reputação das empresas envolvidas em questionamento.

A escolha por compartilhar a insatisfação na web mostra que os consumidores estão muito mais atentos aos canais de comunicação que têm à sua disposição do que as empresas. E mais, estão cientes de que quando a reputação de uma marca é afetada, o problema é "mais embaixo", e ela tende a ser mais ágil para amenizar a situação.

O site Reclame Aqui, que atua como um canal online direto de comunicação entre consumidor insatisfeito e marca, registrou em 2010 uma média de 4 milhões de visitas por mês, número quatro vezes maior do que o alcançado em 2009 e também superior à contagem de atendimentos realizados pelo Procon – Procuradoria de Defesa do Consumidor - neste ano, fechada em 630 mil. Isso aponta para uma mudança no comportamento dos consumidores e deve ser visto com atenção pelas marcas.

"Quando o consumidor vai reclamar por telefone ou vai em uma loja física para reclamar de alguma coisa, ele é bastante complacente, mas quando esse mesmo consumidor entra em uma rede social ou qualquer outra rede na web, ele se transforma, usa muita força no que diz e apela mais, colocando detalhes da má experiência que teve. Então esse impacto é muito grande para as marcas", diz Maurício Vargas, diretor geral do Reclame Aqui.

Para André Telles, CEO da agência Mentes Digitais, dificilmente uma ação no Procon impacta tão negativamente uma marca se comparada ao compartilhamento dessa mesma insatisfação nas redes sociais: "Uma reclamação pode ir para frente no Procon, mas apenas como um fato isolado, e por isso não afeta tanto a marca. Mas quando cai nas redes, impacta muito. Os consumidores estão dando exemplo de como utilizar as ferramentas multimídia para reclamar seus direitos."

Um recente estudo da E.Life, empresa de inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, monitorou o termo #Fail no Twitter por um período de três meses. Os resultados da pesquisa mostraram que as categorias de empresas mais criticadas no Twitter foram as mesmas mais reclamadas também no Procon.

Ou seja, as redes sociais são hoje um canal natural de autorregulamentação no tratamento do consumidor, como explica Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life. Apesar de não serem um canal oficial como o Procon, agem como potencializadores na relação da marca com o consumidor, afetando tanto para o bem quando para o mal.

"Com certeza as redes sociais e o Reclame Aqui estão modificando o relacionamento com o consumidor, porque eles estão presentes também no pré-compra. O Procon é presente apenas na repercussão negativa, no pós-compra negativo. A Brastemp, por exemplo, foi parar nas redes sociais porque uma pessoa colocou ela lá, e outras pessoas confirmaram a experiência negativa."

As reclamações de clientes em redes sociais se tornam cada vez mais efetivas na resolução dos problemas não só porque expõem o desrespeito de uma marca com seu cliente, afetando na credibilidade da companhia, mas sobretudo porque têm um sentido de permanência. O mesmo marketing que uma década atrás era feito boca a boca, hoje é feito também na rede. A diferença é que o que é comentado permanece online, disponível para acesso e pesquisa.

 "As informações publicadas em 2004, na abertura do Orkut no Brasil, por exemplo, podem ser consultadas hoje, em 2011, e podem ser tomadas como verdade, mesmo que a empresa já tenha mudado", diz Barbosa Lima. "O que estamos vendo hoje é que o SAC, em tempos de redes sociais, é feito com uma plateia.Virou praticamente um 'reality show'. Então acaba sendo hoje bem mais sensível para uma empresa do que era nos anos 90. O que as empresas ainda não entenderam é que o SAC hoje é o novo marketing, e se esse canal não atua bem em redes sociais, ele tá prestando um mau serviço em público."

Página da consumidora insatisfeita com a Renault.