sábado, 2 de abril de 2011

Pesquisa brasileira no combate à esquistossomose através da World Community Grid

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a enfermidade mata de 11 mil a 200 mil pessoas por ano, e atualmente existem cerca de 210 milhões de pessoas infectadas no mundo.
 
Cientistas da Faculdade Infórium de Tecnologia de Belo Horizonte (MG) contarão com apoio da World Community Grid (WCG) para desenvolver pesquisa sobre esquistossomose. A WCG é uma comunidade online criada para ajudar no avanço de pesquisas sobre diversos temas, entre as quais aquelas que buscam o tratamento e a cura de doenças. A rede, desenvolvida pela IBM, utiliza a capacidade ociosa de computadores de voluntários online do mundo todo em benefício de estudos científicos, que são acelerados e alcançam resultados em tempo recorde.

A nova pesquisa visa desenvolver medicamentos direcionados ao tratamento da esquistossomose mansoni, a partir da construção de modelos virtuais de proteínas e da seleção de moléculas candidatas a fármacos que combatam a doença. A equipe de investigação irá, a partir do genoma do Schistosoma, identificar alvos de proteína para compor possíveis novas drogas. O estudo está sendo desenvolvido em parceria com o Centro de Pesquisas René Rachou - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) de Minas Gerais.

Os projetos de pesquisa participantes da WCG passam por rigoroso processo de seleção. De acordo com Ruth Harada, executiva de Cidadania Corporativa da IBM Brasil, “os principais critérios analisados pela IBM na escolha de pesquisas para a WCG são a possibilidade de fazer o bem para a humanidade; a geração de dados que possam servir a outras pesquisas e pesquisadores e a potencialidade para instigar o voluntariado”. Para a executiva, ter mais uma instituição brasileira como parceira da WCG é motivo de orgulho.

Qualquer pessoa pode “doar” o tempo ocioso dos seus computadores para contribuir com esta e outras pesquisas. Basta cadastrar-se pelo link www.worldcommunitygrid.org. Já são mais de 520 mil pessoas inscritas e mais de 1,5 milhão de computadores envolvidos. Entre as doenças já pesquisadas pela WCG estão também Câncer, Aids, e Dengue. A IBM contribui com o hardware, software e serviços para a WCG, além de oferecer hospedagem gratuita, manutenção e suporte. 


Novidades na pesquisa contra o câncer

Também com o auxilio da WCG, cientistas do Instituto do Câncer de Ontário, no Canadá, criaram uma maneira de automatizar e acelerar processos que facilitam descobertas sobre a estrutura de proteínas relacionadas ao câncer. O projeto criou um sistema que reconhece de maneira exata quando amostras de proteína são submetidas a um processo de solidificação que as torna prontas para exames feitos por ‘raios X’ especiais. O processo é necessário para identificar e examinar como a estrutura, formato e interação de algumas proteínas exerce papel na causa do câncer. Os pesquisadores treinaram o sistema para reconhecer 80% das imagens com cristalização e 98% das gotas nítidas da solução de proteína já existentes. Isso possibilita que sejam examinadas seis vezes mais imagens por proteína em comparação à revisão manual.

Fonte: IBM

Projeto de digitalização do Museu Imperial de Petrópolis

O Museu Imperial de Petrópolis completa hoje 70 anos. Para marcar a data, lança o projeto de digitalização de seu acervo, que poderá, graças ao patrocínio da IBM, ser consultado agora pela internet. Desta forma os interessados na história do período imperial brasileiro poderão acessar o acervo, de qualquer parte do mundo, de maneira eficiente e inteligente. “Nos seus 93 anos de atuação no Brasil, a IBM sempre trabalhou para antecipar tendências e entregar soluções e serviços inovadores para a sociedade. A companhia também está atenta a projetos como este, que visa ajudar a preservar a memória e a cultura do país, colocando a história ao alcance da população”, destaca a executiva de Cidadania Corporativa da IBM Brasil, Ruth Harada.

O projeto DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial disponibiliza, a partir desta data, três coleções: a do Visconde de Itaboraí (Joaquim José Rodrigues Torres; 1802-1872), a de Carlos Gomes, doada ao Museu pela filha do compositor, Ítala Vaz de Carvalho; e a coleção Sérgio Lemgruber. Dentre as obras, estão libretos de óperas, partituras como a composição em homenagem ao centenário da independência dos Estados Unidos, encomenda de D. Pedro II ao compositor, e as aquarelas dos cenários da primeira produção da ópera O Guarany, no Scala de Milão. O projeto prevê digitalizar todo o acervo em até 10 anos. Conheça o acervo do Museu Imperial: http://www.museuimperial.gov.br 

Fonte: IBM

IBM está celebrando o seu centenário

Companhia utiliza aprendizado em seus 100 anos para olhar à frente e ajudar a sociedade a enfrentar seus atuais e futuros desafios.
 
São Paulo: A IBM completa 100 anos no dia 16 de junho de 2011. Ao longo de um século, a companhia desempenhou um papel fundamental na transformação das empresas, da ciência e da sociedade. Para celebrar seu centenário, a IBM envolverá ao longo deste ano funcionários, clientes, acionistas, comunidades e líderes ao redor dos 170 países em que a empresa atua em uma série de iniciativas. O objetivo não é apenas falar de suas realizações passadas e o impacto que teve na sociedade mas, principalmente, fazer com que o mundo participe de uma discussão importante a respeito do futuro, sobre o papel da IBM nos próximos 100 anos.

A IBM está presente no Brasil desde 1917 e foi a primeira filial fora dos Estados Unidos. O primeiro grande contrato foi com o governo brasileiro para organizar o censo demográfico. “Ao longo desses anos, a companhia contribuiu ativamente para a agenda nacional de inovação e para o desenvolvimento do mercado, ajudando as empresas privadas e o setor público brasileiro a funcionarem de uma forma mais inteligente”, ressalta Ricardo Pelegrini, presidente da IBM Brasil.

A agenda do centenário da IBM, intitulada “Celebration of Service”, contemplará, como o nome já diz, uma série de iniciativas em parceria com a comunidade. O marco será no dia 15 de junho com o “Service Day”. Este projeto incentivará os 400 mil profissionais da companhia e também seus familiares, clientes, parceiros de negócios e funcionários aposentados a desenvolverem trabalhos voluntários em suas comunidades. Com isso, a IBM deseja compartilhar seu capital humano para atender às necessidades e contribuir com instituições de todo o mundo.

Outra iniciativa que merece ser destacada é o “Coloquium”, um congresso liderado pelo Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, voltado para a comunidade científica brasileira, sobre o futuro do gerenciamento de recursos naturais. “Esse é um tema muito pertinente para um país como o Brasil e o objetivo é discutir com empresas, instituições do setor e órgãos públicos como podemos endereçar os principais desafios em torno do assunto”, explica Pelegrini.

A IBM também irá a universidades compartilhar com futuros líderes o aprendizado adquirido em seus 100 anos de existência. Além disso, realizará em novembro o Smart Cities Forum no Rio de Janeiro, réplica de um evento já realizado em Nova York e na China. O objetivo é discutir com governo, instituições, clientes e futuros líderes como a cidade poderia funcionar de uma forma mais inteligente.

“Olhando a nossa história, podemos chegar a duas conclusões: a IBM fez coisas totalmente diferentes durante seus 100 anos. E a outra: A IBM fez exatamente o mesmo nesse século de existência. As pessoas que conhecem a nossa história ficam surpresas não só com a nossa longevidade, mas com o fato de termos nos reinventado continuamente. Se analisarmos as diversas inovações que a IBM trouxe para a sociedade nesse século, entendemos claramente que o progresso é a palavra que melhor define a história da IBM no mundo”, finaliza Pelegrini.

A IBM iniciou sua operação fabricando relógios, cortadores de frios e balanças, além do tabulador de cartão perfurado, passando depois para a fabricação de máquinas de escrever, calculadores de tubo a vácuo, fita magnética, a primeira unidade de disco, chip de memória, caixas eletrônicos, mainframes, minicomputadores, computadores pessoais. Mais recentemente, a IBM se tornou conhecida por sua liderança na área de supercomputadores, serviços, software e consultoria de negócios.

Essas conquistas, junto com diversos Prêmios Nobel alcançados por pesquisadores da IBM e a liderança em registro de patentes por 18 anos consecutivos (somente em 2010 foram conferidas 5 mil patentes nos EUA) tornam a IBM uma das mais respeitadas empresas do mundo. Com 400 mil funcionários trabalhando em mais de 170 países, a IBM tem por missão ajudar os clientes a alcançarem o sucesso no uso de tecnologias avançadas para tornarem-se mais inovadores, eficientes e competitivos.





Mais informações aqui.

quinta-feira, 31 de março de 2011

O que é World Community Grid ou WCG?

World Community Grid é um esforço para criar o maior supercomputador público do mundo para realizar pesquisas científicas que beneficiem a humanidade. O projeto é de autoria da IBM, atualmente está disponível para Windows, Linux, and Mac OS X e utiliza a plataforma BOINC.


Como funciona
O software World Community Grid utiliza o tempo ocioso de computadores pessoais para realizar projeções e cálculos, divindo assim o trabalho em milhares de computadores espalhados pelo mundo.

Se um computador está utilizando, por exemplo, apenas 60% da sua capacidade de processamento, o World Community Grid utiliza os 40% restantes e ajusta este percentual conforme a variação da capacidade ociosa do computador. Também existe a possibilidade de configurar o software para funcionar como descanso de tela, utilizando apenas os recursos do computador quando ele está ligado mas não está em uso.

Enquanto alguns outros projetos mundiais de processamento distribuído como o SETI@home ou Genome@home abordam apenas um projeto, o World Community Grid oferece múltiplos projetos humanitários para a participação utilizando um mesmo software. Os projetos são escolhidos criteriosamente por membros de grandes instituições de pesquisa e universidades do mundo inteiro.

Os usuários podem ainda se unir a times que são criados por organizações, empresas ou por usuários individuais. Os times proporcionam um clima de competição, beneficiando os projetos.


História
Anunciado em 16 de Novembro de 2004 pela IBM, o World Community Grid inicialmente funcionava apenas em Windows, usando a tecnologia proprietária da empresa United Devices Inc. A grande demanda por suporte ao Linux levou o projeto a juntar-se à tecnologia BOINC que é utilizada também por projetos como o Seti@home e o Climateprediction. O suporte ao sistema operacional Mac OS X foi disponibilizado mais tarde.

Em 22 de janeiro de 2008 o World Community Grid anunciou que possuía aproximadamente 355.000 associados com quase 880.000 computadores participantes. Totalizando mais de 137.000 anos de processamento.



Projetos Concluídos


Genome Comparison Overview

Projeto da Fiocruz do Rio de Janeiro lançado em 21 de novembro de 2006. Este projeto brasileiro visa comparar sequências de DNA e buscar por semelhanças entre elas. Os cientistas esperam descobrir com isso genes com uma mesma função e utilizá-los no tratamento de numerosas doenças.

Human Proteome Folding

O primeiro projeto de maior efeito lançado foi o Human Proteome Folding Project, ou HPF1, que visava predizer a estrutura de proteínas humanas. Desenvolvido por Richard Bonneau no Institute for Systems Biology, o projeto utilizou o World Community Grid para produzir estruturas utilizando o software Rosetta.

A partir destes resultados, os pesquisadores esperam ajudar no entendimento das proteínas humanas e seu funcionamento no organismo (o que é de vital importância para a cura de inúmeras doenças). O trabalho neste projeto foi oficialmente concluído em 18 de Julho de 2006.

Help Defeat Cancer


Help Cure Muscular Dystrophy


AfricanClimate@Home


Nutritious Rice for the World




Projetos praticamente concluídos


Discovering Dengue Drugs – Together


Influenza Antiviral Drug Search


The Clean Energy Project


Projetos Ativos


Discovering Dengue Drugs - Together - Phase 2


Help Fight Childhood Cancer



Help Conquer Cancer


FightAIDS@Home

The Clean Energy Project - Phase 2

Computing for Clean Water

Help Cure Muscular Dystrophy - Phase 2

Human Proteome Folding - Phase 2


Deseja participar do projeto World Community Grid, clique aqui.


Fonte: Wikipédia e WCG

O que é BOINC?

O BOINC ou Berkeley Open Infrastructure for Network Computing (Infraestrutura aberta para computação distribuída da Universidade de Berkeley) é uma plataforma, na forma de framework, que visa a facilitar a implementação de sistemas de computação voluntária, funcionando através de uma grade computacional de dimensões mundiais, através de computação distribuída.
O BOINC é uma infraestrutura para computação distribuída, desenvolvida originalmente fora do projeto SETI@home, mas com a intenção de ser compatível com projetos de pesquisa semelhantes ao SETI. A plataforma do programa é aberta, sendo desenvolvida gratuitamente sob a GNU Lesser Public License (licença pública Lesser GNU).

Atualmente o BOINC é desenvolvido por uma equipe da Universidade da Califórnia, Berkeley, liderado por David Anderson, diretor do projeto SETI@home.

SETI@home é um dos mais conhecidos projetos de computação distribuída a utilizar a plataforma BOINC. O sucesso do SETI@home (lançado em 1999 e rapidamente tornando-se a maior rede computacional jamais construída) tornou claro que a computação distribuída poderia ser usada para vários outros projetos científicos, que demandam grandes capacidades de processamento.

A intenção do BOINC é tornar isso possível para pesquisadores em áreas tão diversas como Biologia Molecular, Climatologia ou Astrofísica, utilizando parte da capacidade de processamento de Computadores Pessoais (PC´s) conectados a Internet.

Essencialmente, BOINC é um programa que usa a capacidade ociosa de processamento dos computadores, para analisar dados científicos. Quando os colaboradores não estão usando toda a capacidade de seus computador pessoais, o programa utiliza-a (sempre em prioridade mais baixa para não atrapalhar outros programas ou tornar o uso do computador mais lento).

A participação no projeto é aberta para qualquer pessoa. Faz-se necessário apenas o download do software e cadastro em um dos projetos participantes. Todos os projetos que utilizam o BOINC são projetos sem fins lucrativos e não gerarão registro de patentes para empresas privadas.

Projetos Ativos
  1. World Community Grid — Busca avançar nossos conhecimentos sobre doenças humanas (em especial o Câncer e a AIDS)
  2. ABC@home - Projeto que tenta encontrar trios ABC referentes à conjectura ABC.
  3. AlmereGrid Boinc Grid (Alfa)
  4. AndrOINC (Alfa)
  5. AQUA@home (Alfa)
  6. Biochemical Library (Alfa)
  7. BOINC Alpha Test (Alfa) - Projeto de teste para o BOINC.
  8. BURP (Alfa) - Visa a desenvolver um sistema público para renderizar animações em 3D.
  9. CAS@HOME (Alfa)
  10. Chess960 (Alfa) - Chess960 é uma variação do xadrez tradicional, mudando a posição inicial das peças no tabuleiro
  11. Climateprediction.net — Tenta prever e produzir modelos climáticos para o século 21
  12. Collatz Conjecture (Alfa)
  13. Constellation (Alfa)
  14. Cosmology@home (Alfa) - Pesquisa para identificar os modelos que melhor descrevem nosso Universo e encontrar um conjunto de modelos que concordem com os dados astronômicos e de física de partículas hoje disponíveis
  15. DistributedDataMining (Alfa)
  16. DistrRTgen
  17. DNA@Home (Alfa)
  18. DNETC@HOME (Alfa)
  19. Docking@Home  (Beta) - O projeto busca maior conhecimento dos detalhes atômicos de ligações protéicas e interações, ao fazê-lo, pesquisará indicações para a descoberta de produtos farmacêuticos inovadores.
  20. DrugDiscovery@Home (Alfa)
  21. EDGeS@Home (Alfa)
  22. Einstein@Home — Busca por estrelas de nêutrons (pulsares) e ondas gravitacionais
  23. Enigma@Home - Tenta decifrar 3 mensagens interceptadas no Atlântico Norte , durante a 2a Guerra Mundial
  24. eOn (Alfa)
  25. Evo@home (Alfa)
  26. Folding@home — Visa a entender interações entre proteínas e doenças relacionadas
  27. FreeHAL (Alfa)
  28. Gerasim@Home (Alfa)
  29. Goldbach's Conjecture Project (Alfa)
  30. GPUGRID (Alfa) - Simulações biomoleculares de alto desempenho, usando BOINC em conjunto com GPU, Unidade de processamento gráfico e CUDA
  31. Hydrogen@Home (Alfa)
  32. IBERCIVIS (Alfa) - "Plataforma da Computação Cidadã" Um projeto global Espanhol, um conjunto de sub-projetos, empregando BOINC, do Ministério da Ciência e Inovação.
  33. Leiden Classical - Estuda a Dinâmica Clássica (Física)
  34. LHC@home — Ajuda os cientistas do CERN a simular a trajetória de partículas para ajustar os equipamentos num novo acelerador de partículas
  35. Luxrenderfarm@home (Alfa)
  36. Magnetism@home (Alfa)
  37. Mersenne@home (Alfa)
  38. Malaria Control — Idealizado para prever as possíveis epidemias na África (Malária).
  39. Milkyway@home (Alfa)- Idealizado para criar um modelo tridimensional da Via Láctea, utilizando dados do Sloan Digital Sky Survey
  40. MindModeling@Home (Beta)
  41. NFS@Home (Alfa)
  42. Orbit@home (Beta) - Monitora a possibilidade de impactos de objetos próximos à Terra
  43. Pirates@Home (Alfa) - Projeto de teste para "Interações na Compreensão do Universo".
  44. POEM@HOME (Alfa) - POEM (Otimização de Proteínas com Métodos Energéticos) pesquisa estruturas proteicas.
  45. Predictor@home — Visa a prever estruturas de proteínas a partir de suas sequências
  46. Primaboinca (Alfa)
  47. PrimeGrid (Beta) - Um projeto para fatorar um número do RSA Factoring
  48. QMC@home (Beta) - (Quantum Montecarlo at Home), projeto de Química quântica que tem por objetivo analisar os pares-base do DNA
  49. Quake Catcher Network (Alfa)
  50. QuantumFIRE (Alfa)
  51. RALPH@Home (Alfa) - Projeto de teste para Rosetta@home.RCN@home - (Rectilinear Crossing Numbers) está analisando a quantidade de cruzamentos num plano Euclidiano (Matemática)
  52. Renderfarm.fi (Alfa)
  53. Riesel-Sieve - Busca números primos, usando a linguagem de programação PERL
  54. RNA World (Alfa)
  55. Rosetta@home — Visa a prever e desenhar estruturas de proteínas
  56. RSA Lattice Siever (2.0) (Alfa)
  57. SETI@home — Busca por Inteligência Extraterrestre (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) através da análise de sinais de Radiofrequência obtidos por Radiotelescópios na Terra
  58. SETI@Home Beta (Beta) - Projeto de teste para SETI@home.
  59. SIMAP - Comparação de seqüências de proteínas para auxiliar em diversas pesquisas biológicas.
  60. SLinCA (Alfa)
  61. Spinhenge@home (Beta) - Tem por objetivo obter estatísticas computacionais para dinâmica de spins (Nanotecnologia)
  62. Sudoku@vtaiwan (Alfa)
  63. Superlink@Technion (Alfa)
  64. SZTAKI Desktop Grid — Busca por sistemas de números binários genéricos
  65. Tanpaku - Tenta prever estruturas de proteínas (projeto Japonês)
  66. Test4Theory@Home (Alfa)
  67. The Lattice Project (Beta) - Para integrar e desenvolver recursos de computação para análise científica
  68. UCT Malaria (Alfa) - Um projeto suíço, apoiado pelo governo da Zâmbia, para traçar modelos estocáticos para a Epidemiologia Clínica da Malária
  69. μFluids@Home (Beta) - Simulações por computador do comportamento de fluidos de 2 fases em ambientes de microgravidade (satélites) e problemas gerais de microfluidos
  70. Virtual Prairie (Alfa)
  71. Virus Respiratorio Sincitial (Alfa)
  72. XtremLab - Mede os recursos disponíveis em Computadores Pessoais (Memória, processador, HD, etc.)
  73. WEP-M+2 Project (Alfa)
  74. WUProp@Home (Alfa)
  75. yoyo@home (Beta)
 Alguns projetos estão em fase Alfa e Beta.