quinta-feira, 31 de março de 2011

O que é World Community Grid ou WCG?

World Community Grid é um esforço para criar o maior supercomputador público do mundo para realizar pesquisas científicas que beneficiem a humanidade. O projeto é de autoria da IBM, atualmente está disponível para Windows, Linux, and Mac OS X e utiliza a plataforma BOINC.


Como funciona
O software World Community Grid utiliza o tempo ocioso de computadores pessoais para realizar projeções e cálculos, divindo assim o trabalho em milhares de computadores espalhados pelo mundo.

Se um computador está utilizando, por exemplo, apenas 60% da sua capacidade de processamento, o World Community Grid utiliza os 40% restantes e ajusta este percentual conforme a variação da capacidade ociosa do computador. Também existe a possibilidade de configurar o software para funcionar como descanso de tela, utilizando apenas os recursos do computador quando ele está ligado mas não está em uso.

Enquanto alguns outros projetos mundiais de processamento distribuído como o SETI@home ou Genome@home abordam apenas um projeto, o World Community Grid oferece múltiplos projetos humanitários para a participação utilizando um mesmo software. Os projetos são escolhidos criteriosamente por membros de grandes instituições de pesquisa e universidades do mundo inteiro.

Os usuários podem ainda se unir a times que são criados por organizações, empresas ou por usuários individuais. Os times proporcionam um clima de competição, beneficiando os projetos.


História
Anunciado em 16 de Novembro de 2004 pela IBM, o World Community Grid inicialmente funcionava apenas em Windows, usando a tecnologia proprietária da empresa United Devices Inc. A grande demanda por suporte ao Linux levou o projeto a juntar-se à tecnologia BOINC que é utilizada também por projetos como o Seti@home e o Climateprediction. O suporte ao sistema operacional Mac OS X foi disponibilizado mais tarde.

Em 22 de janeiro de 2008 o World Community Grid anunciou que possuía aproximadamente 355.000 associados com quase 880.000 computadores participantes. Totalizando mais de 137.000 anos de processamento.



Projetos Concluídos


Genome Comparison Overview

Projeto da Fiocruz do Rio de Janeiro lançado em 21 de novembro de 2006. Este projeto brasileiro visa comparar sequências de DNA e buscar por semelhanças entre elas. Os cientistas esperam descobrir com isso genes com uma mesma função e utilizá-los no tratamento de numerosas doenças.

Human Proteome Folding

O primeiro projeto de maior efeito lançado foi o Human Proteome Folding Project, ou HPF1, que visava predizer a estrutura de proteínas humanas. Desenvolvido por Richard Bonneau no Institute for Systems Biology, o projeto utilizou o World Community Grid para produzir estruturas utilizando o software Rosetta.

A partir destes resultados, os pesquisadores esperam ajudar no entendimento das proteínas humanas e seu funcionamento no organismo (o que é de vital importância para a cura de inúmeras doenças). O trabalho neste projeto foi oficialmente concluído em 18 de Julho de 2006.

Help Defeat Cancer


Help Cure Muscular Dystrophy


AfricanClimate@Home


Nutritious Rice for the World




Projetos praticamente concluídos


Discovering Dengue Drugs – Together


Influenza Antiviral Drug Search


The Clean Energy Project


Projetos Ativos


Discovering Dengue Drugs - Together - Phase 2


Help Fight Childhood Cancer



Help Conquer Cancer


FightAIDS@Home

The Clean Energy Project - Phase 2

Computing for Clean Water

Help Cure Muscular Dystrophy - Phase 2

Human Proteome Folding - Phase 2


Deseja participar do projeto World Community Grid, clique aqui.


Fonte: Wikipédia e WCG

O que é BOINC?

O BOINC ou Berkeley Open Infrastructure for Network Computing (Infraestrutura aberta para computação distribuída da Universidade de Berkeley) é uma plataforma, na forma de framework, que visa a facilitar a implementação de sistemas de computação voluntária, funcionando através de uma grade computacional de dimensões mundiais, através de computação distribuída.
O BOINC é uma infraestrutura para computação distribuída, desenvolvida originalmente fora do projeto SETI@home, mas com a intenção de ser compatível com projetos de pesquisa semelhantes ao SETI. A plataforma do programa é aberta, sendo desenvolvida gratuitamente sob a GNU Lesser Public License (licença pública Lesser GNU).

Atualmente o BOINC é desenvolvido por uma equipe da Universidade da Califórnia, Berkeley, liderado por David Anderson, diretor do projeto SETI@home.

SETI@home é um dos mais conhecidos projetos de computação distribuída a utilizar a plataforma BOINC. O sucesso do SETI@home (lançado em 1999 e rapidamente tornando-se a maior rede computacional jamais construída) tornou claro que a computação distribuída poderia ser usada para vários outros projetos científicos, que demandam grandes capacidades de processamento.

A intenção do BOINC é tornar isso possível para pesquisadores em áreas tão diversas como Biologia Molecular, Climatologia ou Astrofísica, utilizando parte da capacidade de processamento de Computadores Pessoais (PC´s) conectados a Internet.

Essencialmente, BOINC é um programa que usa a capacidade ociosa de processamento dos computadores, para analisar dados científicos. Quando os colaboradores não estão usando toda a capacidade de seus computador pessoais, o programa utiliza-a (sempre em prioridade mais baixa para não atrapalhar outros programas ou tornar o uso do computador mais lento).

A participação no projeto é aberta para qualquer pessoa. Faz-se necessário apenas o download do software e cadastro em um dos projetos participantes. Todos os projetos que utilizam o BOINC são projetos sem fins lucrativos e não gerarão registro de patentes para empresas privadas.

Projetos Ativos
  1. World Community Grid — Busca avançar nossos conhecimentos sobre doenças humanas (em especial o Câncer e a AIDS)
  2. ABC@home - Projeto que tenta encontrar trios ABC referentes à conjectura ABC.
  3. AlmereGrid Boinc Grid (Alfa)
  4. AndrOINC (Alfa)
  5. AQUA@home (Alfa)
  6. Biochemical Library (Alfa)
  7. BOINC Alpha Test (Alfa) - Projeto de teste para o BOINC.
  8. BURP (Alfa) - Visa a desenvolver um sistema público para renderizar animações em 3D.
  9. CAS@HOME (Alfa)
  10. Chess960 (Alfa) - Chess960 é uma variação do xadrez tradicional, mudando a posição inicial das peças no tabuleiro
  11. Climateprediction.net — Tenta prever e produzir modelos climáticos para o século 21
  12. Collatz Conjecture (Alfa)
  13. Constellation (Alfa)
  14. Cosmology@home (Alfa) - Pesquisa para identificar os modelos que melhor descrevem nosso Universo e encontrar um conjunto de modelos que concordem com os dados astronômicos e de física de partículas hoje disponíveis
  15. DistributedDataMining (Alfa)
  16. DistrRTgen
  17. DNA@Home (Alfa)
  18. DNETC@HOME (Alfa)
  19. Docking@Home  (Beta) - O projeto busca maior conhecimento dos detalhes atômicos de ligações protéicas e interações, ao fazê-lo, pesquisará indicações para a descoberta de produtos farmacêuticos inovadores.
  20. DrugDiscovery@Home (Alfa)
  21. EDGeS@Home (Alfa)
  22. Einstein@Home — Busca por estrelas de nêutrons (pulsares) e ondas gravitacionais
  23. Enigma@Home - Tenta decifrar 3 mensagens interceptadas no Atlântico Norte , durante a 2a Guerra Mundial
  24. eOn (Alfa)
  25. Evo@home (Alfa)
  26. Folding@home — Visa a entender interações entre proteínas e doenças relacionadas
  27. FreeHAL (Alfa)
  28. Gerasim@Home (Alfa)
  29. Goldbach's Conjecture Project (Alfa)
  30. GPUGRID (Alfa) - Simulações biomoleculares de alto desempenho, usando BOINC em conjunto com GPU, Unidade de processamento gráfico e CUDA
  31. Hydrogen@Home (Alfa)
  32. IBERCIVIS (Alfa) - "Plataforma da Computação Cidadã" Um projeto global Espanhol, um conjunto de sub-projetos, empregando BOINC, do Ministério da Ciência e Inovação.
  33. Leiden Classical - Estuda a Dinâmica Clássica (Física)
  34. LHC@home — Ajuda os cientistas do CERN a simular a trajetória de partículas para ajustar os equipamentos num novo acelerador de partículas
  35. Luxrenderfarm@home (Alfa)
  36. Magnetism@home (Alfa)
  37. Mersenne@home (Alfa)
  38. Malaria Control — Idealizado para prever as possíveis epidemias na África (Malária).
  39. Milkyway@home (Alfa)- Idealizado para criar um modelo tridimensional da Via Láctea, utilizando dados do Sloan Digital Sky Survey
  40. MindModeling@Home (Beta)
  41. NFS@Home (Alfa)
  42. Orbit@home (Beta) - Monitora a possibilidade de impactos de objetos próximos à Terra
  43. Pirates@Home (Alfa) - Projeto de teste para "Interações na Compreensão do Universo".
  44. POEM@HOME (Alfa) - POEM (Otimização de Proteínas com Métodos Energéticos) pesquisa estruturas proteicas.
  45. Predictor@home — Visa a prever estruturas de proteínas a partir de suas sequências
  46. Primaboinca (Alfa)
  47. PrimeGrid (Beta) - Um projeto para fatorar um número do RSA Factoring
  48. QMC@home (Beta) - (Quantum Montecarlo at Home), projeto de Química quântica que tem por objetivo analisar os pares-base do DNA
  49. Quake Catcher Network (Alfa)
  50. QuantumFIRE (Alfa)
  51. RALPH@Home (Alfa) - Projeto de teste para Rosetta@home.RCN@home - (Rectilinear Crossing Numbers) está analisando a quantidade de cruzamentos num plano Euclidiano (Matemática)
  52. Renderfarm.fi (Alfa)
  53. Riesel-Sieve - Busca números primos, usando a linguagem de programação PERL
  54. RNA World (Alfa)
  55. Rosetta@home — Visa a prever e desenhar estruturas de proteínas
  56. RSA Lattice Siever (2.0) (Alfa)
  57. SETI@home — Busca por Inteligência Extraterrestre (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) através da análise de sinais de Radiofrequência obtidos por Radiotelescópios na Terra
  58. SETI@Home Beta (Beta) - Projeto de teste para SETI@home.
  59. SIMAP - Comparação de seqüências de proteínas para auxiliar em diversas pesquisas biológicas.
  60. SLinCA (Alfa)
  61. Spinhenge@home (Beta) - Tem por objetivo obter estatísticas computacionais para dinâmica de spins (Nanotecnologia)
  62. Sudoku@vtaiwan (Alfa)
  63. Superlink@Technion (Alfa)
  64. SZTAKI Desktop Grid — Busca por sistemas de números binários genéricos
  65. Tanpaku - Tenta prever estruturas de proteínas (projeto Japonês)
  66. Test4Theory@Home (Alfa)
  67. The Lattice Project (Beta) - Para integrar e desenvolver recursos de computação para análise científica
  68. UCT Malaria (Alfa) - Um projeto suíço, apoiado pelo governo da Zâmbia, para traçar modelos estocáticos para a Epidemiologia Clínica da Malária
  69. μFluids@Home (Beta) - Simulações por computador do comportamento de fluidos de 2 fases em ambientes de microgravidade (satélites) e problemas gerais de microfluidos
  70. Virtual Prairie (Alfa)
  71. Virus Respiratorio Sincitial (Alfa)
  72. XtremLab - Mede os recursos disponíveis em Computadores Pessoais (Memória, processador, HD, etc.)
  73. WEP-M+2 Project (Alfa)
  74. WUProp@Home (Alfa)
  75. yoyo@home (Beta)
 Alguns projetos estão em fase Alfa e Beta.

World Community Grid foi selecionada como uma das 100 inovações que ajudaram a moldar a IBM

World Community Grid foi selecionada como uma das 100 inovações que ajudaram a moldar a IBM, ressaltando assim o projeto como uma de suas mais importantes contribuições para a sociedade.

Como parte da comemoração do centenário da IBM, 100 inovações que ajudaram a moldar os primeiros 100 anos da IBM foram escolhidos como ícones do progresso. Trata-se de tecnologias, projetos ou invenções que a IBM acredita que teve um impacto permanente no mundo.

World Community Grid foi escolhida porque demonstra como os computadores podem ser transformados em poderosos instrumentos de investigação, ajudando a abordar alguns dos mais difíceis problemas de saúde e sociais do mundo.

É uma grande honra para a World Community Grid ser selecionada como uma das 100 inovações que ajudaram a moldar a IBM e o mundo.

Agradecemos sinceramente os membros por seu importante papel no sucesso da World Community Grid e a esperança de ajuda humanitária que a World Community Grid representa.


segunda-feira, 28 de março de 2011

Decepcionado com a votação sobre a Ficha Limpa?

Então envie uma mensagem para o Ministro Luiz Fux!

O STF decidiu: a Ficha Limpa só será válida para 2012.


Enquanto os corruptos comemoram, o Brasil todo está decepcionado com o voto de desmpate do Ministro Luiz Fux que colocou os corruptos de volta no Congresso Nacional. Agora, Jader Barbalho e Cássio Cunha Lima irão assumir seus cargos. É um tapa na cara da sociedade brasileira que lutou árduamente pela aprovação da Ficha Limpa.

Não podemos ficar calados, vamos mostrar para o Ministro que a traição à sociedade tem um custo político alto. Envie uma mensagem agora para ele e divulgue esta campanha!

Saiba reconhecer os sintomas da dengue

'Sinais de alerta' indicam se infecção pode ser grave ou mais moderada.
Doença requer hidratação constante e bom senso no uso do paracetamol.

Diagnosticar a dengue com rapidez é uma das chaves para combater a doença com maior eficácia. O primeiro passo para isso é conhecer como a infecção se manifesta. Se os sintomas forem reconhecidos, é fundamental procurar um médico o mais rápido possível. Em geral, a doença tem evolução rápida e benigna: saber antes pode fazer a diferença entre a ocorrência de um mal menor e consequências mais graves, principalmente no caso de crianças. 

Reconhecer sintomas com rapidez facilita tratamento (Foto: Arte/G1)

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. “Causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, a pessoa só pode ter dengue quatro vezes”, explica o consultor de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ivo Castelo Branco.

“70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma”, observa o consultor. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante. “No caso das fulminantes, a pessoa tem uma reação tão intensa que pode destruir o cérebro, o coração e levar à morte."

Para identificar a gravidade da doença, Ivo destaca os chamados "sinais de alerta" da doença, que são: dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.

“As pessoas acham que dengue só é grave quando tem sangramento. A dor na barriga é tão importante quanto o sangramento, e os pacientes não valorizam isso”, explica.

Diagnóstico precoce
De acordo com a infectologista Patrícia Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A infectologista afirma que a contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

“O exame de sangue sozinho não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente e ver se ele precisa ou não de internação. De qualquer maneira, o tratamento deve começar imediatamente”, destaca a infectologista.

Período crítico
O consultor da OMS observa que o período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. “Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento”. Para Ivo, esse é um grande problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente. “Tem que definir uma estratégia no atendimento porque o correto é dar prioridade aos pacientes sem febre”, defende.

A infectologista diz que, ao passar a febre, a pessoa pensa que está curada, mas pode apresentar queda brusca de pressão, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. O número de plaquetas ainda continua baixo e, por isso, é preciso continuar o tratamento.

“O monitoramento clínico e laboratorial tem de ser constante, principalmente 72 horas após o período de febre. A complicação maior acontece no quinto dia da doença. O paciente tem de fazer pelo menos três exames de sangue, no início da dengue, depois da febre e uma terceira vez para ver se as plaquetas já voltaram ao normal."

Tratamento
Entende-se como parte do tratamento a hidratação do paciente. A dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido. Por isso, é preciso beber muita água, suco, água de coco ou isotônicos. Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas.

Não existe um medicamento específico para a doença. Os sintomas são medicados para alívio das dores. “Se o paciente tiver dor, vai tomar remédio para dor. Se tiver náusea, remédio para náusea”, explica o consultor da OMS. O especialista alerta ainda para o uso de medicamentos antiinflamatórios, a base de ácido acetil-salicílico e fitoterápicos. “Alteram a coagulação e aumentam o risco de sangramento”, conclui.

Repelentes e mosquiteiros
A dengue, como ressalta a médica Patrícia, não escolhe vítima. Repelentes, mosquiteiros sobre as camas e roupas mais fechadas são recomendados a todos. Mas é preciso estar atento. “Os repelentes que existem no Brasil duram no máximo 3 horas, por isso, é preciso repassá-lo no corpo sempre que possível. Quanto menos áreas do corpo estiverem expostas, mais a pessoa estará protegida”, disse.

Se você encontrar uma barata ou um rato na tua casa, espera pelo governo para combater?
Ivo Castelo Branco, consultor de dengue da Organização Mundial de Saúde

Para Ivo, a responsabilidade da prevenção é tanto da população como dos governantes. “Se 1% dos domicílios de determinada região tiverem foco do mosquito, já pode ter epidemia”, calcula. “Os governantes tem que orientar cada região de maneira diferente. Eu não posso combater o mosquito em Porto Alegre como eu faço no Espírito Santo ou no Ceará”.

“É normal acontecer isso no começo do ano, não é novidade”, diz o consultor. “Só não pode tomar providências apenas quando aparecer a epidemia, tem que ter uma continuidade para controlar o mosquito”, defende.

Ele acrescenta que o primeiro passo para o combate é a mudança de mentalidade das pessoas. “Se você encontrar uma barata ou um rato na tua casa, espera pelo governo para combater? Não. Então, quando as pessoas tiverem essa percepção com a dengue, vamos conseguir controlá-la”, finaliza.
Fonte: G1