quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pesquisadores da Fiocruz desenvolvem vacina contra esquistossomose

Projeto desenvolvido pela Fundação é destaque de inovação tecnológica.

O avanço no desenvolvimento da primeira vacina totalmente brasileira e a única vacina parasitária do mundo, contra a esquistossomose e a fasciolose (doença parasitária mais comum em gado no mundo), foi apresentado como um dos 40 casos de sucesso de inovação durante a 11ª Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), que ocorreu semana passada, em Fortaleza. Fruto de estudos desenvolvidos há mais de três décadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o projeto, primeira parceria público privada exclusivamente nacional para o desenvolvimento de vacinas destinadas para o mercado mundial, inicia a fase de testes clínicos ainda em 2011.

A molécula Sm14, isolada e caracterizada pelo IOC, é a única reconhecida pela OMS como antígeno para uma vacina anti-helmíntica bivalente. 

Desde o início, o estudo foi apoiado financeiramente pelo IOC e, em sua primeira fase de desenvolvimento tecnológico foi apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde (PDTIS/Fiocruz). Em 2005, a empresa Alvos licenciou a vacina veterinária e a vacina humana desenvolvida pela Fiocruz, numa parceria público privada. A empresa foi adquirida pela Ourofino Agronegócios, que assumiu o processo.

Durante a apresentação, a coordenadora da pesquisa e chefe do Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC, Mirian Tendler, e a coordenadora de Gestão Tecnológica da Vice-Presidência de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Celeste Emerick, reforçaram a importância da iniciativa citando números relativos à esquistossomose, segunda doença parasitária mais prevalente no país. Segundo as especialistas, cerca de 600 milhões de pessoas vivem sob risco de se contaminar e 200 milhões de pessoas estão infectadas atualmente em 74 países.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Na guerra cibernética, Brasil adota estratégia do contra-ataque

O Quartel General do Exército brasileiro para a guerra do século XXI fica no 3º andar, bloco “G” do Setor Militar Urbano de Brasília. É de lá, operando um pequeno notebook, que o general José Carlos dos Santos prepara sua tropa para enfrentar um inimigo invisível: hackers e vírus que invadem redes do governo, capturam segredos e destroem programas essenciais para a defesa do País.

Comandante do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Exército brasileiro, esse engenheiro de telecomunicações, de 58 anos, casado e pai de dois filhos, ganhou, por conta da nova missão, o apelido de General Firewall – numa referência ao nome genérico dos programas que barram a invasão de vírus e de hackers.

“Nossa política é de defesa-ativa”, disse o general Santos para depois exemplificar como se dá a estratégia brasileira de atuação na proteção de suas redes de informação. “Não buscamos atacar outras nações, o que queremos é proteger nossos sistemas. Quem sabe fazer a defesa, sabe que arma foi usada e também pode atacar, mas só pensamos nisso dentro de uma estratégia de neutralizar uma fonte de ataque, não fora dela”, disse.

Sobre notícias dando conta de vírus criados por governos estrangeiros, como o Stuxnet, que segundo o jornal The New York Times foi feito em parceria entre os Estados Unidos e Israel para atrasar o programa nuclear iraniano, o general busca se distanciar. “Tenho lido muito sobre ataques e ciberguerra. Nós vimos o caso da Estônia, que teve toda sua rede paralisada por um ataque, especula-se, da Rússia. Mas ninguém afirma quem é o responsável. Na mídia é dito que vários exércitos seguem o caminho de desenvolver armas. Os Estados Unidos, Inglaterra, Israel, mas não há confirmação, isso é tratado como um tabu. Ninguém admite o que está fazendo”, explica.

Cerca de 30 mil ataques diários

O general recebeu a reportagem do iG na segunda-feira (13), cinco dias dias antes da primeira invasão de hackers aos computadores do Exército. No último sábado (18), um grupo autointitulado Fatal Error Crew copiou cerca mil nomes e dados pessoais de militares, aparentemente apenas para mostrar que tinha condições de atravessar o atual firewall. Portanto, a julgar pela declaração do comandante do Centro de Defesa Cibernética, dando conta que quem se defende também sabe como atacar, o Exército, a esta altura, já deve saber a arma usada pelos hackers.

Tida como a primeira invasão a dar certo contra sistemas do Exército, o ataque foi um dos cerca de 30 mil registrados diariamente pela corporação. Nesse novo mundo digital, a nomeação do general Santos e a criação do CDCiber fazem parte de uma estratégia maior do Exército de efetivamente profissionalizar um pequeno núcleo com 20 profissionais e transformá-lo numa unidade em plena operação no segundo semestre do ano.

Ao todo, o CDCiber contará com 100 militares, computadores avançados para o monitoramento da rede e pelo menos dois servidores que vão funcionar como simuladores de ataques virtuais para exercícios de guerra cibernética .

Do fio ao wifi

Um dos motivos que levou a cúpula do Exército a escolher o general José Carlos para o comando do CDCiber, foi a formação básica do militar, que ingressou na corporação pela chamada “arma da comunicação”. Ele montava “infraestruturas de telemática” para operações do Exército.

Na prática, conectava fios a telefones e dispositivos de comunicação, tendo como principal preocupação a interceptação física, o tradicional “gato”, feito pelo inimigo. Ele também operou em redes de rádio e, para segurança, produzia códigos, senhas e mensagens criptografadas para evitar que a informação repassada fosse compreendida.

A criptografia, nos anos 1980, ainda era feita com base no que se aprendeu durante a 2ª Guerra Mundial. Havendo tabelas que eram usadas pelos interlocutores, substituindo assim palavras chaves e decifrando as mensagens.

General introduziu celular na caserna

Foi em 1999 que o general começou a utilizar instrumentos mais modernos em suas operações. Um exemplo se deu no Recife, quando comandou o batalhão de comunicação e, numa ação do Exército, que apoiou o governo no combate ao plantio de maconha, trouxe o celular, pela primeira vez, para a caserna.

“A primeira vez que o Exército usou o celular numa operação foi em 1999, quando aluguei 30 aparelhos na operação contra o plantio de maconha. E, desde lá, entendíamos que tudo o que dizíamos poderia ser interceptado, por isso usávamos códigos pré-combinados”, conta.

Um ano depois o militar aprofundou os estudos através de um curso do Exército em gestão de Tecnologia da Informação. Teve acesso às novas formas de integração através da internet, suas vantagens, riscos e seus “gênios de 16 anos de idade”.

“Apesar da idade, me sinto preparado para a missão. Existe a garotada especialista, mas com uma visão restrita a seu setor. Como usar cada um desses talentos, cabe a um militar com maior experiência. O que tenho de fazer é conduzir pessoas tendo uma visão geral. Além disso, fico antenado sobre o tema, leio tudo sobre o assunto, seja na internet seja em livros. No momento estou lendo esse”, disse o general ao mostrar um exemplar de Cyber War, escrito por Richard A. Clarke.

Em meio à defesa dos servidores do Exército, José Carlos também gasta parte de seu tempo preocupado com a segurança doméstica. Com dois filhos, um de 19 anos, outro de 8, sempre pediu que dados pessoais fossem mantidos fora da rede. Alguns, contudo, devem ter caído em mãos erradas, já que o mais velho é um jogador da rede de Playstation da Sony, recentemente hackeada. “Espero que ele não tenha colocado nada de pessoal lá, pois o ataque expôs a rede”, disse.

Militar confia no internet banking

Em sua relação pessoal com computadores, duas coisas o atraem. Sites de notícia e o Internet Banking. “Desde que meu banco foi para a internet, passei a usar. Faço tudo através da rede e até hoje não tive problemas”.

O mesmo não pode dizer sua esposa que, segundo ele, ao usar de maneira descuidada programas de comunicação instantânea e redes sociais praticamente inutilizou seu computador.

"Uma vez havia tanto vírus no computador dela que precisei formatar a máquina. Para evitar problemas, meu computador de trabalho, por exemplo, só fica na rede do Exército, protegida por nosso firewall. Nunca o coloco numa rede de casa ou pública”, disse.

Fonte

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Resultado do concurso público de Itápolis

O Chefe do Executivo recebeu na tarde de sexta-feira, 06/05 os envelopes lacrados com os resultados dos aprovados no concurso público municipal realizado pela empresa CONSESP dias 16 e 17/04. Foram recebidas 3.710 inscrições para 142 vagas distribuídas em 71 cargos que irão compor o quadro efetivo de servidores públicos municipais que está defasado e também em substituição aos funcionários comissionados, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Confira os editais com os resultados da prova escrita e convocação para as provas práticas.

Edital 01/2011 para os cargos de:
Agente de Combate às Endemias, Artesão, Eletricista, Encanador, Equitador, Executor de Serviços Gerais – Sede, Executor de Serviços Gerais - Tapinas l, Executor de Serviços Gerais - N. América, Fiscal – Sede, Fiscal – Tapinas, Fiscal - Nova América, Jardineiro, Lavador / Lubrificador, Marceneiro, Mecânico de Veículos Leves, Mecânico de Veículos Pesados, Merendeira, Motorista, Operador de Máquinas, Padeiro, Pedreiro, Pintor, Tratorista, Guarda Civil Municipal Patrimonial,Monitor de Dança, Monitor de Prática Desportiva - Jiu-Jitsu, Monitor de Prática Desportiva – Judo, Monitor de Prática Desportiva – Karatê, Agente de Licitação e Contrato, Agente de Organização Escolar, Agente de Saneamento, Atendente Administrativo, Assistente de Biblioteca, Auxiliar de Dentista – Sede, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Farmácia, Diretor do Museu Municipal, Escriturário, Fiscal de Obras e Postura Municipal, Fiscal Tributário, Monitor de Informática – Sede, Monitor de Informática - N. América, Monitor de Informática – Tapinas, Secretário de Escola, Supervisor de Áreas de Combate às Endemias, Técnico Agrícola, Técnico de Segurança do Trabalho, Técnico em Suporte em Informática, Técnico em Topografia, Tesoureiro, Assistente Social, Biólogo, Enfermeiro, Engenheiro Civil, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fisioterapeuta – Equoterapia, Fonoaudiólogo, Médico Ginecologista / Obstetra, Médico Neurologista, Médico Ortopedista, Médico Oftalmologista, Médico Ultrassonografista / Radiologista, Médico Vascular, Médico Veterinário, Psicopedagogo, Psicóloga – Equoterapia, Psicólogo, Nutricionista, Professor de Ensino Fundamental II – Práticas Agropecuárias Agrícolas, Professor de Ensino Fundamental II – Práticas Agropecuárias Zootécnicas, Terapeuta Ocupacional, Treinador Desportivo, Agente de Combate às Endemias – PNE, Agente de Licitação e Contrato – PNE, Assistente de Biblioteca – PNE e Diretor do Museu Municipal – PNE.

Edital 02/2011 para os cargos de:
Agente Comunitário de Saúde.

Edital 03/2011 para os cargos de:
Guarda Municipal de 2ª Classe – Sede (feminino), Guarda Municipal de 2ª Classe – Sede (masculino), Guarda Municipal de 2ª Classe - Nova América (feminino), Guarda Municipal de 2ª Classe – Tapinas (feminino) e Guarda Municipal de 2ª Classe – Tapinas (masculino).

domingo, 8 de maio de 2011

PayPal no Brasil negocia com bancos e fecha acordo com MasterCard


Serviço PayPal permite realizar pagamentos
pela internet e celular (Foto: Reprodução)

A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente ao eBay, passou a aceitar transações de crédito com a bandeira MasterCard esta semana. Com a parceria, a empresa passa a contar com uma opção aos pagamentos vinculados à bandeira Visa, única parceria da plataforma desde outubro de 2010, informou o presidente da PayPal no Brasil, Mario Mello.

O pagamento em débito é a próxima missão da PayPal no Brasil, reforçou o presidente e diretor-executivo do eBay, John Donahoe, em visita ao país, nesta quarta-feira (13). Ele se reuniu nesta semana com instituições financeiras para tratar do tema, mas não deu previsões de quando o PayPal começa a aceitar transações de débito.

Crescimento
Em fevereiro, segundo Mello, a versão brasileira do PayPal alcançou 2,5 milhões de contas cadastradas – crescimento de 50% sobre a base de 1,5 milhão de contas no país em 2009 – e 20 mil vendedores. Mundialmente, o serviço conta com mais de 94 milhões de usuários ativos, em 190 países, que movimentaram US$ 97 bilhões em 2010.


PayPal atingiu 2,5 milhões de contas no Brasil

O uso do PayPal por meio de dispositivos móveis deve ultrapassar US$ 2,25 bilhões em 2011, o que representa três vezes mais do que o registrado em 2010 (US$ 750 milhões). A projeção foi divulgada por Donahoe durante evento em São Paulo.

Na apresentação, Donahoe usou uma aplicação do eBay para o iPhone, da Apple, e comprou a camisa de um time de futebol brasileiro para o filho, pagando com o PayPal, pelo smartphone. "Eu não precisei da minha carteira para fazer isso", destacou o executivo. Em 2010, segundo ele, mais de US$ 2 bilhões em compras feitas pelo eBay foram realizadas por celulares. A expectativa é dobrar o volume em 2011.

"O PayPal é o futuro do dinheiro", destacou Donahoe. "A razão de estar aqui é que o Brasil é nossa nova prioridade máxima", disse o executivo.

O mercado brasileiro é uma das plataformas de testes do PayPal para pagamentos móveis. Em dezembro, a empresa anunciou uma aliança com a Vivo para desenvolver um aplicativo de pagamento via mensagens de texto (SMS) pelo celular. Mello disse já ter testado o aplicativo esta semana. Segundo ele, o sistema de pagamento móvel será exportado para a Índia e a China.

Oeste de Itápolis conquista Título do Interior do Campeonato Paulista 2011


 . Foto: Fernando Calzzani/Gazeta Press
Jogadores do Oeste comemoram conquista do Troféu do Interior
Foto: Fernando Calzzani/Gazeta Press

O Oeste reverteu a desvantagem na noite deste sábado e conquistou o Troféu do Interior do Campeonato Paulista. Em jogo realizado no Estádio dos Amaros, em Itápolis, a equipe da casa sagrou-se campeã ao vencer a Ponte Preta por 3 a 0.

O herói do título foi o atacante Anselmo Ramon, que marcou os dois primeiros gols do Oeste, no segundo tempo. Fernandinho, por sua vez, fechou o placar nos acréscimos. Depois da derrota por 2 a 1 em Campinas, a equipe de Itápolis jogou o tempo inteiro no ataque para conquistar a taça em casa, enquanto a Macaca desperdiçou a vantagem de jogar pelo empate.

O time de Luís Carlos Martins foi para a disputa do título do interior depois de ter sido eliminado pelo Corinthians das quartas de final do Paulista. Já a Ponte caiu na mesma fase do Estadual, mas diante do Santos.

Os minutos finais da decisão deste sábado ainda esquentaram com discussão entre atletas dos dois clubes, que resultou na expulsão de Roger (Oeste) e Guilherme (Ponte).

O jogo:

O Oeste entrou em campo disposto a não dar tempo para a Ponte Preta se ajustar em campo. Assim, logo aos dois minutos, em cobrança de falta da intermediária, Fernandinho levantou a bola na área, e Paulo Miranda desviou de cabeça. O goleiro Bruno se esticou para espalmar, e a bola ainda tocou no travessão antes de sair.

Ao se recuperar do susto, quatro minutos depois, a Ponte tratou de responder ao time da casa, pois Rômulo ajeitou na área para Válber chegar batendo, mas Fábio fez a defesa.

Do outro lado, Fernandinho decidiu arriscar de longe e obrigou o goleiro Bruno a interceptar novamente. Aos poucos, Tiago Luís tentou puxar a Ponte de volta ao ataque, mas sem conseguir ameaçar o goleiro Fábio, que só observou batida para fora de Renatinho.

Já a equipe de Itápolis seguiu perigosa. Em jogada rápida, Roger recebeu pela direita e chutou forte, alto, mas a bola carimbou as duas traves. O rebote voltou para o meio da área, onde apareceu Anselmo Ramon para emendar, exigindo defesa de Bruno.

O técnico Gilson Kleina percebeu a superioridade do adversário e tentou fechar o meio-campo da Ponte, tirando o atacante Rômulo para a entrada de Eduardo Arroz. Mas a mudança não impediu que a pressão do Oeste continuasse. Depois de cruzamento da direita, que passou em frente ao gol, Caldeira pegou a bola e bateu forte, para nova defesa de Bruno.

O arqueiro ainda teve que trabalhar em finalização de Mazinho instantes depois. Antes do apito final, o jogo chegou a esquentar com discussão entre jogadores dos dois times, mas o árbitro apartou para conduzir o jogo sem percalços ao intervalo.

No intervalo, o técnico Gilson Kleina fez nova mudança, com Mancuso na vaga de Xaves. No entanto, o time anfitrião abriu o placar aos 3min da etapa final. Paulo Miranda cobrou falta de longe e Bruno espalmou, mas a bola bateu no travessão e voltou para a pequena área. Rápido, Anselmo Ramon chegou livre para chutar no gol vazio, com o goleiro caído.

A equipe campineira, então, passou a puxar contra-ataques, como o lance puxado por Tiago Luís, que avançou pela esquerda, se livrou da marcação e arrematou para fora. Para deixar sua equipe mais ofensiva, o técnico Luís Carlos Martins colocou Reinaldo na vaga de Caldeira.

E a substituição nem precisou surtir efeito. Aos 23min, Anselmo Ramon dominou na intermediária, fez fila na defesa, invadiu a área e chutou forte para balançar as redes. Logo depois do gol, Kleina substituiu Renatinho por Ricardo Jesus.

A Ponte partiu para o ataque, mas ainda levou susto, como o chute livre de Ramon, que foi defendido de forma incrível por Bruno. Nos minutos finais, uma discussão entre jogadores dos dois clubes acabou com a expulsão de Guilherme, da Ponte, e de Roger, do Oeste.

Aos 47min, Fernandinho recebeu livre na área e chutou para marcar o terceiro gol. O time de Itápolis, então, segurou o placar até o fim para comemorar o título em casa.

Gols entre Oeste de Itápolis e Ponte Preta.