terça-feira, 27 de março de 2007

Claranet lança velocidade de banda larga até 24 Mbps

A Claranet, fornecedor europeu em serviço IP, acaba de anunciar a renovação da sua oferta Clara ADSL, com especial destaque para a introdução de velocidade de acesso até 24 Mbps e para o lançamento das soluções Clara SDSL, que passarão a integrar o completo leque de serviços de banda larga que a empresa comercializava desde 2002.

Os novos serviços Clara ADSL Light e Clara ADSL Business, especialmente vocacionados para utilizadores intensivos e para pequenas e médias empresas, oferecem opções com tráfego limitado e ilimitado, 24 horas por dia, sem qualquer limite de tempo, utilizando a rede Internacional da Claranet, garantindo assim a máxima performance no aceso à Internet.

A nova oferta Clara ADSL Business 24 Mbps, suportada na tecnologia ADSL +2 e apoiada no backbone IP próprio da Claranet estará disponível, logo na fase inicial, em cerca de mil centrais em todo o país.

A par do aumento da velocidade do serviço de banda larga, a Claranet passou a incorporar na sua oferta ADSL um conjunto de características inovadoras que permitem tirar o máximo partido da Internet, nomeadamente a gestão de qualidade de serviços (QoS – Quality Serviçe), que permite prioritizar os protocolos associados aos serviços mais críticos para as empresas e o Clara Secure Mail Standard, que permite a filtragem de spam e vírus através da utilização dos servidores da Claranet.

Apenas para fim de comparação, o acesso residencial de banda larga da Telefônica com maior velocidade é o Speedy Nitro. Ele vem com 8 Mbps de downstream e 600 Kbps de upstream e custa a bagatela de R$ 209,90 /mês.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Operadoras adotam modelo híbrido para IPTV

Há dois anos, parecia que a chamada IPTV, televisão sobre protocolo de internet, era a saída para as operadoras de telecomunicações completarem sua oferta de telefonia, vídeo e internet. A tecnologia permite ligar uma conexão de banda larga direto a um conversor, para assistir ao conteúdo na televisão. Por causa de impedimentos regulatórios, no entanto, precisaram buscar outras alternativas, como parcerias com empresas de satélite e a compra de companhias de TV a cabo.

A regulamentação não deixa as operadoras oferecerem canais de televisão por IPTV, usando em sua rede telefônica, de fios de cobre, somente vídeos avulsos, sem programação. Isso fez com que as companhias optassem por um modelo híbrido. A Telefônica fechou um acordo de TV via satélite com a DTHi e a Brasil Telecom e a Telemar com a Sky+DirecTV. A Telefônica espera a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se manifestar sobre a compra da TVA e a Telemar sobre a compra da WayTV, de Minas Gerais. Enquanto isso, todas tocam seus pilotos de IPTV.

"Em seis meses, tecnicamente, poderemos ter caixas híbridas, com satélite e IPTV, por exemplo", afirmou Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil, fabricante de equipamentos. Neste caso, os canais de televisão poderiam vir por satélite e o vídeo sob demanda, que o espectador escolhe a hora em que quer assistir, por IPTV.

Nos Estados Unidos, a AT&T lançou um serviço chamado Home Zone, que mistura televisão por satélite e vídeo por banda larga direto na televisão. O conversor tem um disco rígido de 250 gigabytes e dois controles remotos com teclado alfanumérico.

Semana passada, na entrevista em que anunciaram a parceria com a Sky+DirecTV, os presidentes da Telemar, Luiz Eduardo Falco, e da Brasil Telecom, Ricardo Knoepfelmacher, disseram que o IPTV não é para já. "A IPTV vai demorar alguns anos para se tornar realidade", disse Ricardo K., como é conhecido o presidente da Brasil Telecom. "O sistema precisa de 6 megabits por segundo de alta qualidade e sempre. Aqui as velocidades são muito reduzidas."

O IPTV é uma tecnologia nova, que ainda não se provou em larga escala. As operadoras precisariam fazer grandes investimentos em rede para garantir o seu funcionamento. A maior barreira, no entanto, é regulatória. Como elas só poderiam oferecer vídeo sob demanda, o modelo de negócios não se sustenta.

O consumidor dificilmente assinaria um serviço de programas à la carte das teles e outro com grade de canais de uma segunda empresa. Uma caixa híbrida, como a da AT&T, ajudaria a resolver o nó regulatório, que inclui, além de impedimentos por escrito, a demora da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em aprovar ou rejeitar a compra de empresas de TV paga por teles.

Preços de banda larga em Portugal estão abaixo da média

Os preços das ofertas de banda larga em Portugal estão abaixo da média de um conjunto de 13 países europeus, de acordo com uma comparação internacional de preços realizada pela Anacom - Autoridade Nacional de Comunicações.
Esta conclusão é válida quer para a comparação com o preço mínimo da banda larga em Portugal, ou com o preço mínimo cobrado pelo operador histórico, precisa uma nota divulgada hoje pela Anacom.

O mesmo acontece se a comparação for feita por velocidade de download ou se em vez do preço mínimo se considerar a média dos preços mínimos, acrescenta a entidade reguladora.

Os dados divulgados pela Anacom revelam que o preço mínimo praticado em Portugal (14,46 euros sem IVA) está 3,6% abaixo da média de um conjunto de 13 países (UE15, excluindo a Grécia e a Finlândia) e figura como quinto melhor preço no conjunto dos países analisados.

O preço mínimo praticado pelo operador histórico em Portugal (15,28 euros, sem IVA) é o segundo mais reduzido entre os operadores históricos dos 13 países analisados, assegura a Anacom.

«Quando se comparam os preços mínimos da banda larga por velocidade de download praticados em Portugal com a média dos preços nos países analisados, verifica-se que os preços em Portugal estão abaixo da média» nas velocidades de acesso mais comuns, revela a nota.

No caso das ofertas de 2 Mbps, estão 28,9% abaixo da média, sendo Portugal o quarto país com melhor preço, logo a seguir ao Reino Unido, Holanda e Itália.

Nas ofertas de 4 Mbps, o preço está 4,5% abaixo da média, enquanto nas de 8 Mbps o diferencial é de 17,9%.

Nas de 20 Mbps os preços portugueses são 18,1% mais baratos, mas nas ofertas de 24 Mbps os consumidores portugueses já ficam em desvantagem, com preços mais caros que a média dos países considerados.

Se em vez do preço mínimo se considerar a média simples dos preços mínimos praticados pelos diversos ISP (Internet Service Providers) para as várias velocidades de transmissão, verifica-se que Portugal melhora nos rankings de várias velocidades de débito, continuando a ter preços mais caros nas ofertas com velocidades máximas de download de 24 Mbps.

A Anacom também comparou os preços praticados pelos incumbentes de cada país, concluindo que, neste caso, os preços da mensalidade para ofertas com capacidade máxima de débito de pelo menos 512 Kbps, 1 Mbps e de 8 Mbps do operador histórico em Portugal são, respectivamente, 25,9%, 12,6% e 21,9% inferiores à média dos preços praticados pelos operadores históricos dos países analisados.

Já a oferta de 2 Mbps está 6,6% acima da média.

A entidade reguladora considera que para os níveis de preços existentes em Portugal, assim como para a diversidade de ofertas de banda larga disponíveis, «contribuíram as medidas tomadas pela Anacom no passado recente, que promoveram uma melhoria das condições grossistas, que ao nível da oferta de lacete local, quer ao nível da oferta grossista Rede ADSL PT».

A melhoria das condições regulatórias asseguradas pela Anacom promoveram «a redução de preços grossistas e a agilização de processos» e levaram a «um aumento da concorrência que tem resultado no incremento da diversificação da ofertas e serviços no retalho», sublinha a nota da entidade reguladora.

Portugal tem ofertas baseadas em ADSL (oferta de lacete local e oferta grossista da PTC - Rede ADSL PT) e modem por cabo, bem como ofertas em FWA, recorda a Anacom.

A entidade presidida por José Amado da Silva esclarece que a comparação internacional de preços teve por base os tarifários de Novembro de 2006.

Acrescenta ainda que os países seleccionados para a análise apresentam uma penetração de banda larga semelhante ou superior à registada em Portugal.

Porto Alegre terá Wimax piloto no centro

A Brasil Telecom começará a implantar uma rede Wimax no centro de Porto Alegre até o final de junho. O projeto piloto vai testar a qualidade das conexões, informa a Zero Hora.

A idéia é oferecer a novidade de forma complementar ao ADSL e expandir o uso em bairros que não dispõem de conexão, assim como áreas com grande quantidade de acessos por dispositivos sem fio.

Um leilão de 1.056 licenças para implantar Wimax no país iria ocorrer em setembro passado, mas a licitação foi suspensa pelo Tribunal de Contas da União. A BrT tem licenças para operar o serviço em Porto Alegre e Curitiba por ter comprado a Vant, dona das autorizações.

Banda larga cresceu 660% no Brasil em três anos

Nos últimos três anos, o serviço de banda larga residencial cresceu 660% no Brasil. A soma de todas as cidades com acesso a banda larga, seja por redes ADSL ou por meio de TV paga (cable modem), resulta em 1.923, o que representa um crescimento de 20% frente 2005.

Em novembro de 2006, o serviço de banda larga no Brasil chegou a 135,8 milhões de pessoas, em 72,4% das cidades brasileiras. Nos últimos anos, a cobertura das teles para esse mercado se expandiu muito. Em 2003 existiam 251 cidades com serviços de banda larga. Em 2005 esse número cresceu para 1.606, apresentando um aumento de 640%. Em 2006 o crescimento foi de 20%. O total, em três anos, foi de 660%.

Os dados fazem parte do Atlas Brasileiro de Telecomunicações 2007, da revista Teletime. O estudo mostrou ainda que “existe uma clara vantagem, na briga pelo usuário de banda larga, em favor das teles". Até outubro de 2006, elas tinham cerca de 3,9 milhões de assinantes, o que significa que elas conseguiram um índice de penetração de 9,6% sobre o total de domicílios cobertos pelas suas redes, ou 32% de penetração, se considerarmos apenas os domicílios

A e B (principal mercado de serviço de ADSL).
Já as operadoras de TV por assinatura, com cerca de 1,1 milhão de assinantes do serviço de acesso à Internet, chegam a 5,7% dos domicílios cobertos pelas suas redes onde há a oferta do serviço.

Considerando apenas os domicílios classe A e B, este percentual sobe para 15,4%. A diferença de eficiência entre o cabo e o ADSL, contudo, diminuiu de 2005 para 2006, o que mostra que as operadoras de TV por assinatura estão mais agressivas.

Entre as principais operadoras de banda larga, o grande destaque de cobertura é a Brasil Telecom, que expandiu ainda mais a sua rede ADSL (para o serviço BrTurbo) em relação a 2005 e chega a 1.274 municípios.

A Telefônica (com o Speedy) também expandiu a sua rede em 2006, chegando a 346 cidades, assim como a Telemar (com o Velox), que chega a 221 localidades.

Fonte: Agência Globo

Telefônica vai investir R$ 1,275 bi em novos negócios até 2010

A rede móvel (Vivo), que é compartilhada pela Telefônica com a Portugal Telecom, receberá investimentos da Telefônica da ordem de R$ 6,5 bilhões.

A Telefônica reservou cerca de R$ 1,275 bilhão para investir em novos negócios até 2010, o que inclui os serviços de TV por assinatura.

O valor corresponde a 15% do total previsto pela empresa para ser aplicado nas redes fixas (R$ 8,5 bilhões) no período, segundo informou nesta quarta, 7, o presidente do grupo no Brasil, Antonio Carlos Valente.

Os investimentos em banda larga (inclusive WiMax, que permite o acesso à internet sem fio) representarão 20% da rede fixa (cerca de 1,7 bilhão) e o negócio tradicional (rede de telefonia fixa) receberá 65%, ou R$ 5,525 bilhões.

Os valores, R$ 15 bilhões ao todo até 2010, foram anunciados em janeiro pelo presidente internacional do grupo, Cesar Allierta, em visita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo valente estão previstos não só investimentos operacionais nas redes da empresa, mas também a eventual compra de ativos.

A rede móvel (Vivo), que é compartilhada pela Telefônica com a Portugal Telecom, receberá investimentos da Telefônica da ordem de R$ 6,5 bilhões, mas o presidente do grupo, que assumiu o cargo há um mês, no lugar de Fernando Xavier, preferiu não detalhar a estratégia de investimentos da operadora móvel, por tratar-se de uma sociedade com outra companhia.

Fonte: Folha Online.

Estenda para até 120 dias o tempo de ativação do Windows Vista

Quando você inicia a instalação do Windows Vista é possível ignorar a tela da chave de CD, garantindo a instalação e execução de qualquer edição do Vista por até 30 dias, quando será necessário digitar a sua chave de CD original para ativar o sistema. Caso a ativação não for realizada, vários recursos serão desativados e o sistema só poderá ser usado por 1 hora, para que você possa adquirir uma chave original via Internet (nos Estados Unidos é possível comprar o Windows Vista eletronicamente e receber a chave de instalação via e-mail).

Mas, e se você desejar mais tempo para testar e decidir se realmente quer ativar o sistema? Um comando, muito simples e rápido, pode reiniciar o tempo de ativação de volta aos 30 dias, por até 3 vezes. Com isso, você terá até 4 períodos de até 30 dias, resultando em 120 dias sem precisar ativar.

Para reiniciar o período de ativação, abra o menu iniciar e na caixa de busca integrado ao menu digite: "CMD" (sem as aspas). Imediatamente aparecerá no topo da lista o CMD.exe, que é o command do Windows. Dê um clique-direito no atalho e peça para "Executar como administrador". Se você não abrir o command com acesso administrativo, a dica não funcionará.

Já na janela do command, o título dela deve ser "Administrador: c:\windows\system32\cmd.exe", confirmando o acesso elevado. Na janela digite: "slmgr –rearm" (sem as aspas) e pressione enter. Aguarde uns 30 segundos para a janela de confirmação aparecer.

Reinicie seu computador e confira se a data de ativação retornou aos 30 dias acessando: Painel de Controle > Sistema e Manutenção > Sistema.

Segundo o EULA do Windows, o usuário tem o direito de utilizar o software até a data informada no processo de instalação. Porém, a única data de prazo que consta durante todo o processo é a de ativação. Mas você deve possuir a licença do Windows Vista para instalar o software.

Before you activate, you have the right to use the version of the software installed during the installation process. Your right to use the software after the time specified in the installation process is limited unless it is activated. This is to prevent its unlicensed use. You will not be able to continue using the software after that time if you do not activate it.

O script slmgr é citado no site da Microsoft.

Maiores informaçãoes aqui: http://www.microsoft.com/technet/windowsvista/plan/faq.msp